SUBJUGADA

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Sou abrigo,

ininterrupto,

da solidão,

parceira cruel,

que se alimenta

dos ecos do nada,

sufocados em minh’alma.

 

Clau Assi

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4 responses

  1. Seu blog, aliais, seus textos são convidativos por si, belos e cheio de , parafraseando sua palavra alma feita, ternuras. Isso já seria motivo para uma visita, que já fiz, e continuarei fazendo, mas fico feliz por ser um convidado, rs… devolvo olhar com ternuras mil…( esse poema em especial gostei muito…)

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  2. Lindo… parece q foi escrito para mim…
    Beijos poéticos.

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  3. Lindo poema…parabéns, de novo!

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  4. Adoro o que você escreve, amiga Clau, e este SUBJUGADA é mais um daqueles poemas que não precisa de muito para encantar. Grande abraço.

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