DORES GUARDADAS

dores guardadas

Densa neblina lhe empurra.

Segue vida afora.

Em caminho sinuoso,

os espinhos rompendo a pele,

a lama pesando o sapato.

Dúvida lavrada:

saberia, ainda, onde mora a verdade?

 

Clau Assi

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6 responses

  1. Em tempo: a imagem escolhida, muito feliz. O mundo está mesmo de ponta cabeça! Genial…

  2. Tempos dificeis estes, amada, onde a verdade se esconde e a mentira se mostra mas sigamos com a proposta de sermos inteiramente nós acima de tudo isso. Mais uma bela poesia com uma reflexão bastante apropriada. Parabéns, sempre! Beijo sereno, Clau.

    1. Tempos difíceis, querida. Que bom você aqui. Beijo ternurento

  3. Boa noite, Clau!
    Aqui me encontro novamente inebriando-me com seus poemas.
    Parabéns, amiga poetisa e obrigada por nos proporcionar esses momentos de enlevo. Bjs!

    1. Obrigada, Zilda. Sempre um enorme prazer a sua visita. Beijo ternurento.

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